17.11.11

07.10.11

O que mais me dói é continuar a ver Coimbra sem ti, e saber que esta cidade não vai contar com a tua presença, não vai abrir os braços para te receber porque tu não vais chegar. O Mondego jamais verá os teus olhos reflectidos nas suas águas, a Cabra não vai fazer soar as horas para ti, as calçadas não se curvarão perante a majestade dos teus passos, e não vão poder ser testemunhas do teu passeio complemplador.
E eu vou ficar sempre a imaginar como seria se tivesses vindo, de cada vez que uma capa negra se cruzar com a minha.
 
 
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