13.3.11

01.03.2011

Dear soulmate,

Not gonna lie.
I miss you. In every single way. You changed me in so many ways. I loved you in a thousand million ways, almost 4 years. Of course I miss every bit of you. Of course I'm missing your big blue eyes, your silhouette like poetry.
Of course your distance hurts me.
Honey, it's not that I want to forget you. It's that I HAVE to. Nothing could hurt me most but... listen, I'm not a quiter, but you were just so far away I didn't know what to do. I was so vulnerable.
I want to believe you didn't know about my true feelings. I know you didn't hurt me in purpose. But I just couldn't handle it anymore. It was just so much pain, so many tears, my heart was so broken (still is!)
What could I do, baby? What would you do, if you were me, if you were in my very skin? Would you tell me you loved me? Could you say a word? Would you come here?
I know there's no way you can possibly love me, but I'd like to know, anyway.
Darling, I still care. I still want to run to you everytime life goes mad. I still want you by my side, everyday. In three words, I love you. In four words, I still love you.
However, deep down, I know I have to let you go. I got to let you free.
At least... for now, love.

Love, Rita


«Hard not to fight for what you want, but give up what one loves most. I gave up. But do not think it was for not having the courage to fight, but not for most to suffer." (Bob Marley)



4.3.11

war of my life

Acho que estou a travar a guerra da minha vida,
E vou ter de decidir quanto de mim vou deixar em cada batalha.
Quanto de mim vou perder, para conseguir tirar-te completamente do meu pensamento.

Quantas vezes irei eu recuar, perante cada nova investida?
Quantos pequenos soldados irei perder?
De que cor se tornará o meu coração, ao fim de todo este tempo?

Lentamente, irei esquecer-me finalmente do som da tua voz,
Do azul majestoso do teu olhar,
De ti

Vou esquecer-me da melhor sensação do mundo,
Não me recordarei do brilho dos meus dias,
Não saberei o que é o amor, de novo

No fim, já não vais cá estar, vais ser como um sonho,
Que me assaltou durante uma noite,
Mas que desapareceu com os raios dourados da manhã...

29.11.10

a (não) despedida

Querido amor meu,

Escrevo para te dizer que nunca te esqueci, que ainda estás debaixo da minha pele.
Tens estado apenas adormecido, mas a tua respiração é pesada, e como se isso não bastasse, tudo à minha volta me vai relembrando que ainda aí estás, como se me fosse possível esquecer-te.
Nunca te esqueço, nunca deixo de te querer bem, de te desejar o melhor do mundo.
Amo-te, e por muito que viva, nunca vou esquecer tudo o que já fomos, tudo o que eu desejava que ainda fôssemos.
Ah, como eu desejava pertencer aqui, poder aninhar-me entre os teus braços, poder chamar-te meu. De qualquer maneira, és meu como nunca vais poder ser de mais ninguém; estás pregado a mim de uma forma irreversível e impossível.
Como eu desejava ser digna da tua perfeição. Como eu desejava poder entrar dentro do mundo onde tu "flutuas como uma pluma."

És impossivelmente lindo.
Eu deveria saber que as coisas perfeitas são para mim inalcançáveis, mas eu nunca pude evitar, apesar das minhas vãs - patéticas! - tentativas.

Não sei até que medida é que isto é uma despedida, mas eu nunca acreditei que pudesses desaparecer da minha vida (e talvez seja aí que reside todo o problema.)

28.9.10

Não me vou embora

As recordações brilhantes atacaram-me outra vez, e com uma força tremenda.
Lembras-te, amor meu? Lembras-te daquela noite em que disseste
Que não podias estar sem mim? Que eu era o teu doce de laranja? (ou outro fruto qualquer?)
Lembras-te de como trocávamos palavras em segredo?
Lembras-te, porventura, das noites clandestinas, em que eu fugia para falar contigo,
Às escondidas?

Pois eu lembro-me de tudo.
Lembro-me do brilho dos meus olhos.
Lembro-me do meu sorriso inextinguível.
E lembro-me de ti, e de como eras pequenino, nessa altura.

Eu não me fui embora nunca,
E estou a dizer-te que nunca me irei embora.
Que esperarei por ti, que ficarei contigo, sempre que quiseres.

Porque mudaste a minha vida de uma maneira que não consigo - nem desejo - explicar.

12.8.10

Liberta-me


Não sei nada de ti há tanto tempo.

Por onde andas, minha luz, minha escuridão, meu horizonte e meu mar azul?
Não te escondas nas labaredas da tua solidão,
Não me deixes a mim dentro deste fogo inaudível,
Porque eu não sou capaz de me libertar sozinha, eu preciso de ti.
Eu preciso de ti para sobreviver dentro destas chamas,
Porque elas gritam um só nome: o teu.
 
 
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